Penso ter sonhado três vezes com anjos. Nenhum com asas ou alguma luz particular.
Dois, muito altos, acompanharam-me em silêncio, um de cada lado, a atravessar um lago a nado. Um outro, enquanto eu acordava no chão de uma floresta, estava deitado de costas para mim e pareceu sentir-se incomodado quando dei por ele, como se não fosse suposto isso acontecer. Outros dois, gigantes do tamanho de prédios, cruzaram-se comigo numa cidade deserta, sorrindo-me.
A sensação comum que ficou desses sonhos foi a de segurança de estar a ser protegido.
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