É nos dias que começam anónimos, iguais a quase todos os outros, que o Pai se manifesta quase sempre. De surpresa, talvez para que eu não possa considerar a possibilidade de algum mérito próprio, surge a revelação clara, óbvia e inevitável.
Aconteceu hoje de manhã, bem cedo, sem que eu o procurasse. Como sempre, de um modo que consola e, ao mesmo tempo, indica os próximos passos do caminho.
É uma experiência individual e maravilhosa que, embora não seja necessária à fé, reforça-a.
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