É verdade que as cores foram sempre mudando, assim como as formas por mim idealizadas do Pai. A metamorfose é minha. Tenho-o visto e pensado de modos que não se repetem, isto é, com nuances e com emoções diferentes ao longo da minha vida.
Os véus entre mim e Ele vão sendo retirados, acredito. Isso já aconteceu tantas vezes que a minha perceção de há muito anos atrás, se representada, pouco teria a ver com a de hoje. Mas é sempre Ele. É o meu Deus. Isso nunca muda e é maravilhoso. Sim, é Ele!