quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Do que não temos direito como filhos do Pai

     Ontem, numa reunião de estudo bíblico de uma igreja batista em que costumo participar, falou-se sobre os últimos versículos de Mateus 25. 

    No verso 42 e 43 Jesus identifica-se com os que tiveram fome, sede, com o estrangeiro que não foi acolhido, com doentes, com os que não tinham nada para vestir e, por fim, com os presos. Quem não acudir aos necessitados irá para o Inferno.

    Pensei em D., agora preso e a quem nunca visitei. A minha mente entretém, desde que soube que ele andava a passar droga, a ideia de que não merece que eu me esforce por ele. Desisti de D. e ontem Jesus disse-me numa mensagem que atravessou dois milénios que eu, como filho do Pai, não o posso fazer.

    Estou ainda sem saber o que fazer com o que falámos ontem. Não sei se tenho coragem de visitar D. na prisão.  

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