Preparo-me para telefonar a D, que passa uma nova crise e me pediu para falar consigo.
O meu coração é duro, julgador, e não sei o que lhe dizer após mais uma recaída. Não sinto que tenha capacidade para ajudar de um modo pontual quanto mais decisivo.
Oro ao Pai. Peço-lhe que esteja presente nas minhas palavras e na decisão de entregar os meus gestos a D de forma a que Ele lhe traga alívio.
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