Telefono a T, que me diz que pede ao Pai, pela manhã, todos os dias por mim e pela minha família.
É uma novidade, mas não fico surpreso. T é uma daquelas pessoas que já fez parte de uma igreja, desencantou-se e hoje não frequenta nenhuma, mas para quem Deus faz parte do seu quotidiano. Lembro-me, assim de repente, de C, M e JL outras pessoas como ela.
Pergunto-me se alguma vez saberei quem, durante a minha vida, orou por mim, uma das ações mais generosas e comoventes em que consigo pensar.
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