Penso na diferença entre os evangelhos: na simplicidade do de Marcos, na estrutura Judaica do de Mateus, na teologia paulina do de Lucas e na independente genialidade de João.
O primeiro, o mais antigo, e o último, o mais recente, parecem-me os mais substantivos. Como seria a Igreja de hoje se tivessem sido os únicos a chegarem a nós? Talvez diferente, talvez não, mas, com certeza, com o que era indispensável à revelação do Pai.
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