Se a religião é tão importante para mim, devo procurar a comunidade que está de acordo, ou mais perto, da verdade. Perante tantas organizações e opiniões teológicas, é fácil ficar paralisado e não optar por nenhuma, uma vez que irei encontrar motivos de dúvidas nas certezas absolutas com que cada uma delas se apresenta. Foi isso que me afastou da igreja durante duas décadas.
Consegui resolver esta questão minimizando ao essencial o meu cristianismo: o Deus Criador existe e quer que eu tenha uma relação pessoal com Ele através de Jesus, que ressuscitou e venceu a morte, demonstrando assim a sua divindade.
A partir daqui é simples juntar-me a uma comunidade. É como os contratos com, digamos, uma operadora de telecomunicações: não me vou dar ao trabalho de ler as letras pequeninas, isto é, os enredos teológicos e de tradição de cada comunidade, desde que o fundamental seja o foco. Sem nunca ir contra a minha consciência e intuição, a única regra, poderia juntar-me facilmente a Católicos, Ortodoxos ou Protestantes.
Pertenço a uma comunidade evangélica porque foi assim que fui criado e porque não encontro nenhum obstáculo fundamental nas suas práticas. Quem sabe se no futuro não irei derivar para outros lugares? Só o Pai sabe e assim é que está bem.
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