Aos poucos, lentamente, o silêncio, ou antes, a falta de palavras, vai tomando conta de mim. Até em relação a Cristo e ao testemunho da minha relação com o Pai. É como se as convicções, cada vez mais simples e primordiais, estivessem a perder a capacidade de serem verbalizadas a não ser em oração.
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