O Rosário é um artefacto muito curioso. Um pouco como as máquinas de fumo e as bandas pop de muitos cultos evangélicos de hoje, parece algo que foi longe demais no desenvolvimento de um propósito. A complexidade do manuseio adequado, por um lado, e a perplexidade, por outro, que me causam as regras absurdas do manual de instruções do aparelho, dizem-me que esta máquina de meditar nunca será para mim.
Não obstante, percebo o entusiasmo de puzzle de 10 mil peças concluído que o Rosário deve fazer sentir a quem se dá ao trabalho de o completar. Isso deve ser precioso.
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