Uma das minhas grandes falhas é a arrogância.
Julgo os outros, principalmente os meus irmãos na Fé, de um modo leviano.
Em vez de ter compaixão por eles, pelas suas falhas ou modos diferentes, mesmo errados, de viver a relação com Deus, sinto uma forma de repulsa e vontade de os criticar, no fundo de os punir, o que não passa de uma vontade inicial de os aniquilar.
O meu orgulho, as certezas das minhas certezas, é um peso na que carrego comigo por falta de amor.
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