Fico perturbado pela violência da vida de D, que um par de horas atrás me tinha confessado que poderá estar quase a ficar a viver na rua. E assim chega a insónia de madrugada.
Bipolar, toxicodependente, o remorso que D parece sentir alimenta a necessidade de uma nova dose.
Enquanto oro, pergunto ao Pai acerca do papel do arrependimento como condição para a Sua intervenção. De súbito, devido a D, surge a evidência de que o que se mantém de errado na minha vida advém de eu não me arrepender, só de lamentar.
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