A ira é quase sempre, para mim, um atalho para o pecado.
As vezes que sucumbo à falta de amor pelo outro trazem-me a consciência de ter procedido mal.
O arrependimento passa por repor a justiça com quem me irei. Envergonhado perante o Pai, a vergonha de ser culpado perante os outros é, também, um dos resultados do exercício desse traço do orgulho que é permitir-me a ira.
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