Sou o otimista irritante dos lugares que habito. Amigos e colegas de trabalho censuram-me por isso.
A razão é a de o Pai ter vindo a transformar-me ao longo da minha vida. Evito mentalmente julgar aparências e ações e, quando o faço, ou antes, quando reparo que o faço, retifico o pensamento.
Aprendi com Ele que formar opiniões pela pinta, mais do que ser um tiro quase sempre inevitavelmente falhado, é um sinal eloquente da minha fraqueza.
No que diz respeito ao outro, a Sabedoria divina convida-me, primeiro, ao silêncio. Depois, ao que de justo haja para pensar ou dizer.
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