Há períodos em que, para mim, a figura de Jesus perde nitidez. Ao querer perceber, com esforço, as suas palavras nos evangelhos, começo a vê-lo mais como uma personagem do que como alguém que está vivo.
O Seu primordial Amor passa a ser visto como uma abstração, abafado por uma procura de resultados e conclusões aqui e agora.
O exterior, o material, os milagres, as promessas, as aparentes contradições dos evangelhos, captam a minha atenção e silenciam a alma que O procura.
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